Material de PDV – Exponha sem moderação!

Material de PDV – Exponha sem moderação!

O maior interesse do mercado varejista é que suas marcas e produtos tomem uma porcentagem de destaque mais expressiva no ponto de venda, ao mesmo tempo que exerçam uma comunicação convincente a fim de informar, expor e vender.

Para que você possa planejar como será a comunicação de sua marca no PDV e se destacar perante o concorrente, listamos uma série de materiais promocionais que podem (e vão) ajudá-los nesta ação:

Adesivos:   No ponto de venda, é muito comum a utilização de adesivos de piso. A produção de Adesivos vai desde o cuidado tomado na escolha do material (vinil de alta qualidade) até o controle de impressão, tudo pensado para garantir um excelente resultado na ação promocional.

Banner: O banner é um material muito utilizado no ponto de venda possibilitando visibilidade à média e longa distância; além disso, o banner é um excelente recurso para expor diretamente a sua marca.

Brindes: Brindes promocionais têm se comprovado presença obrigatória em feiras, datas comemorativas, ações no ponto de venda e outros eventos. São importantes instrumentos para retenção da marca e credibilidade junto ao público alvo.

Faixa de GondolaCantoneira/ Faixa de Gôndola:  A utilização de cantoneiras e faixas de gôndola é sem dúvida indiscutível, tanto pelo seu apelo de marketing no ponto de venda, quanto pela sua funcionalidade para demarcar os espaços dos produtos na gôndola.

Cartazes: A grande sacada dos cartazes promocionais está no poder informativo que a peça possui. A aplicação do vacuum forming proporciona um realce indescritível para o trabalho final, garantindo um excelente resultado no ponto de venda.

Clip Strip/ Clip Clip Strip/ Clip Box: Tanto o clip strip como o clip box, foram criados por uma necessidade que vem crescendo nos dias de hoje: a procura por espaço no ponto de venda, além disso, estes materiais expõem os produtos mais delicados ou mais pesados apresentando um visual mais elaborado.

Displays: Versatilidade é a grande sacada dos displays; que proporcionam uma sinalização adequada no ponto de venda e maior interação com o cliente.

Embalagens: As embalagens promocionais em P.P. (polipropileno) tem como objetivo principal: a visualização do produto, agregando valor e sofisticação a marca. Podem ser aplicadas aos mais variáveis segmentos de mercado como: cosméticos, bebidas, têxtil, entre outros.

Móbile: O grande diferencial dos móbiles é a utilização do material plástico, que além de garantir maior durabilidade, evita o empenamento do material. São muito utilizados como peça complementar de demonstração no ponto de venda.

Relógios: Os relógios promocionais são uma forma agradável de fazer com que sua marca seja lembrada e favorecida no momento da decisão de compra.

Shoe Shelf: O apoio de calçado, também conhecido como shoe shelf é ideal para exposição de calçados em paredes slat wall destacando-os no ponto de venda.

Stopper: Assim como seu nome indica, o stopper tem o poder de parar os consumidores chamando a sua atenção. Além disso, é excelente para demarcar espaços dos produtos na gôndola.

Wobbler: De grande destaque no ponto de venda, o wobbler tem como proposta chamar a atenção do público que circula no ambiente. Seu diferencial está na possibilidade de cortes especiais e nos apliques personalizados que realçam ainda mais a publicidade do cliente.

A Superdisplay oferece soluções em materiais e embalagens promocionais para o ponto de venda impressos em Off Set, Serigrafia ou Digital; além de Vacuum Forming e Displays de Balcão aos mais variados segmentos de mercado. Acesse nosso site e solicite um orçamento para a sua ação.

Afinal, o que é PDV?

Representando um papel distintivo e preponderante na entrega de promessas da marca, o PDV (ponto de venda/ point of sale)  é o local onde o cliente manifesta o comportamento de compra, e a partir disso inicia um processo de avaliação e formação de atitudes perante a marca ou produto em questão. Continue reading Afinal, o que é PDV?

A NOVA DIMENSÃO DO PONTO DE VENDA

É consenso que o ponto de venda assume a cada dia maior importância no relacionamento do consumidor com marcas, produtos e serviços. Boa parte das verbas ligadas ao mercado publicitário vêm migrando de forma significativa para as ações que, de alguma forma, envolvem o ponto de venda, o contato mais próximo, e por vezes mais segmentado, com o consumidor.

Mais do que ponto de venda, é preciso também ampliar este conceito para os canais de venda. O consumidor hoje, na sua roupagem de neo-consumidor, multicanal, digital e global, transita e efetua compras de produtos e serviços muito fortemente na loja física, o ponto de venda, mas também se abastece on-line, em catálogos, na venda porta-a-porta, por telefone, e assim por diante.

A questão que fica é: conhecemos suficientemente o consumidor, no seu momento de compra, na sua interação com estes canais? Conseguimos propor as estratégias mais efetivas para cada um?

Atualmente, o marketing como ciência propõe conceitos novos a cada dia. Alguns aplicáveis a situações muito específicas, outros aplicáveis a algumas realidades econômicas, outros aplicáveis apenas nos bancos acadêmicos e assim por diante. Mas um deles, especialmente, vem tomando força no cenário mundial e se refere ao Shopper Marketing, ou seja, o conjunto de ações que serão realizadas especificamente no canal e mais especificamente ainda, na loja física.

Não é por outro motivo que o trade marketing nas indústrias vem tomando o vulto que vem tomando, recebendo o aporte de verbas que vem recebendo. Não é à toa também que empresas de serviços também acabam formatando áreas muito semelhantes às de trade marketing das indústrias. Por outro lado, os varejistas destacam cada vez mais gente para cuidar de operações em lojas.

Tudo isto é extremamente válido, e, além disto, valioso, mas pode colocar em risco orçamentos milionários se as ações não incorporarem aquilo que Paco Underhill chama de “janela ideal para que o consumidor compreenda o que está sendo feito”. Sem dúvida alguma, esta janela tem estrutura calcada na criatividade e na inovação, é formada por materiais que se amparam nas boas técnicas do marketing e comerciais, mas possui sua parte envidraçada construída em cima de dados coletados em muita pesquisa de mercado.

Neste caso específico, a pesquisa de mercado deve se preocupar em conhecer o comportamento do consumidor, em seu exato momento de compra, ou melhor, de interação com o canal de venda, com a loja, de forma a tornar os dados mais relevantes e aplicáveis. Isto exige muito trabalho nos corredores ou então nas navegações on-line.

Muita observação, muita coleta de dados em tempo real, muita agilidade e por outro lado, muito conhecimento da realidade de operações, especialmente em lojas. Conhecer a fundo a rotina de promotores, os processos de chão de loja e de “backstage”, as negociações entre varejistas e fabricantes, por exemplo, torna-se imprescindível para uma boa análise.

Historicamente, o que não invalida a sua aplicação para diversas atividades, a pesquisa normalmente fala do passado, quando remonta o comportamento de consumo ou então de futuro, quando utiliza técnicas projetivas para que os consumidores possam antever atitudes ou mudanças de hábitos que possam vir a ocorrer à frente.

Muitas empresas de pesquisa de mercado incorporaram ao longo da última década, e mais fortemente ao longo dos últimos anos, áreas que chamam deShopper Insights ou Shopper Behavior, ou mesmo Shopper Experience e outros nomes pomposos mais pelo anglicismo do que pelo conteúdo que entregam.

Não basta apenas coletar informações, por mais sérios que sejam os métodos. É preciso mergulhar a fundo nos processos, no atendimento oferecido, na comunicação, nos treinamentos que são realizados pelas empresas, no processo de recrutamento de promotores, de atendentes de loja, dos SAC´s, etc. Sem isto a visão fica prejudicada e pode direcionar ações de forma equivocada. Tudo deve estar concatenado, ajustado, equilibrado.

É preciso, portanto, que os projetos que envolvam o relacionamento do consumidor com o canal sejam amplos o bastante para evitar que ações pouco eficientes sejam tomadas. Mais do que simplesmente receber um briefing de pesquisa de mercado e, em cima dele elaborar uma proposta, as empresas de pesquisa devem buscar ampliar os horizontes do projeto, mas ao mesmo tempo fazer o cliente perceber os ganhos e benefícios desta ampliação do escopo de análise.

Aliás, este é outro ponto fundamental: todas as ações ligadas ao Shopper Marketing devem ser mensuráveis e comparáveis ao longo do tempo, pois os investimentos aí aportados obrigam a uma incessante busca por rentabilização, afinal de contas as empresas não estão a fim de empreender uma viagem ao redor dos conceitos do marketing moderno, mas sim amplificar cada centavo que empregam em busca da atenção e da preferência do consumidor.

Luiz Goes, sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza e responsável pela área de Inteligência de Mercado.

Fonte: Mercado e Consumo 

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